Sempre tido como animal de estimação
da nobreza e alta sociedade, por volta de
1790, a popularidade da raça chegou
à França, onde a esposa de Napoleão
Bonaparte, Josephine, usava seu Pug para levar
mensagens secretas ao marido.
Um
pouco mais tarde, na Inglaterra, a raça
logo se tornou a favorita do rei Guilherme
II e foi adotada pelo país, que futuramente
redigiria seu padrão. E foi também
na Inglaterra que, em 1861, os pugs foram
exibidos pela primeira vez em uma exposição
de beleza. A sua trajetória remonta
ainda o episódio com Willian the Silent,
o rei da Holanda e mais
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recentemente
com o Duque de Windsor. Sem o aviso de um pequeno
Pug, Willian teria morrido nas mãos dos espanhóis.
O latido de alerta do cão avisou sobre a invasão
e salvou uma vida real. O Pug tornou-se o cão
oficial da corte, e o túmulo de Willian exibe,
além dele, seu querido cão de estimação.
Contudo, sua origem permanece menos certa que os serviços
que presta.
Ele
pode ter ascendência asiática ou européia
e o nome provavelmente pode se referir a um tipo de
sagüi de aparência semelhante ( também
chamado de Pug ). Possui também outros nomes
como por exemplo: Mops do verbo "Moppen"que
significa "de aspecto franzido", na Alemanha.
Os ingleses o batizaram de Pug ou "Pug-Dog",
isto é "coisa diminuta", "cão
diminuto".O nome Carlino ou Carlini foi usado
pela primeira vez na França, pelo aspecto cômico,
curioso e mal-humorado ao mesmo tempo, que lhe conferem
as rugas e a pigmentação particular
do rosto, o nome de um ator, célebre no papel
de Arlequim, com o qual o rosto redondo, com máscara
preta, relevava certa afinidade.
O
Pug chegou ao Brasil na década de 50, como
um cão raríssimo, e até hoje
não está entre as mais conhecidas, mas
vem crescendo em popularidade e embora a difusão
da raça ainda esteja pequena, basta que seja
um pouco divulgada para demonstrar seu potencial de
carisma que há muito já foi descoberto
pelo mundo.
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