HISTÓRICO

A raça surgiu na China há mais de 4 mil anos, nos monastérios budistas do Tibet. O Pug foi levado à Holanda por volta do século XVI pela Companhia Mercante de Navegação Holandesa, dita Companhia das Índias, e foi bastante apreciado pelas damas da sociedade como cão de colo. Ainda no início do século XVIII, a raça já era querida na maioria dos paises europeus, como continua até hoje.

Sempre tido como animal de estimação da nobreza e alta sociedade, por volta de 1790, a popularidade da raça chegou à França, onde a esposa de Napoleão Bonaparte, Josephine, usava seu Pug para levar mensagens secretas ao marido.

Um pouco mais tarde, na Inglaterra, a raça logo se tornou a favorita do rei Guilherme II e foi adotada pelo país, que futuramente redigiria seu padrão. E foi também na Inglaterra que, em 1861, os pugs foram exibidos pela primeira vez em uma exposição de beleza. A sua trajetória remonta ainda o episódio com Willian the Silent, o rei da Holanda e mais

recentemente com o Duque de Windsor. Sem o aviso de um pequeno Pug, Willian teria morrido nas mãos dos espanhóis. O latido de alerta do cão avisou sobre a invasão e salvou uma vida real. O Pug tornou-se o cão oficial da corte, e o túmulo de Willian exibe, além dele, seu querido cão de estimação. Contudo, sua origem permanece menos certa que os serviços que presta.

Ele pode ter ascendência asiática ou européia e o nome provavelmente pode se referir a um tipo de sagüi de aparência semelhante ( também chamado de Pug ). Possui também outros nomes como por exemplo: Mops do verbo "Moppen"que significa "de aspecto franzido", na Alemanha. Os ingleses o batizaram de Pug ou "Pug-Dog", isto é "coisa diminuta", "cão diminuto".O nome Carlino ou Carlini foi usado pela primeira vez na França, pelo aspecto cômico, curioso e mal-humorado ao mesmo tempo, que lhe conferem as rugas e a pigmentação particular do rosto, o nome de um ator, célebre no papel de Arlequim, com o qual o rosto redondo, com máscara preta, relevava certa afinidade.

O Pug chegou ao Brasil na década de 50, como um cão raríssimo, e até hoje não está entre as mais conhecidas, mas vem crescendo em popularidade e embora a difusão da raça ainda esteja pequena, basta que seja um pouco divulgada para demonstrar seu potencial de carisma que há muito já foi descoberto pelo mundo.

 
 
   
 

(11) 3207-7773 / (11) 9217-3304 / (11) 9890-8595 / (19) 3892-2399